Futuro do Náutico em estudo

Comissão criada pelo clube apresenta nesta sexta (2) os auditores que vão ajudar a selecionar os projetos de ocupação do imóvel

 / Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

A comissão criada pelo Clube Náutico Capibaribe para definir o futuro do campo dos Aflitos, Zona Norte do Recife, apresenta nesta sexta (2) o grupo de auditores que vai ajudá-la a selecionar a proposta de ocupação do imóvel. De acordo com Sérgio Aquino, um dos integrantes da comissão, o Náutico não fez indicações de uso para o terreno de 41 mil metros quadrados. O prefeito do Recife, João da Costa, espera que o projeto indicado pelo clube consiga conciliar os interesses do mercado imobiliário e dos moradores do bairro.

“Gostaríamos que o projeto levasse em conta o entorno do estádio, que aproveitasse aquela área para se ter um espaço de convivência pública, como um pequeno parque ou uma praça. Mesmo o campo não sendo de domínio público, não deixa de ser uma área verde no bairro”, afirmou João da Costa (PT), ao ser procurado para falar sobre o assunto. Moradores dos Aflitos preferiam que o imóvel fosse transformado num parque ou um centro poliesportivo de uso público.

O destino do terreno ocupado pelo Náutico há 72 anos, na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, nº 1085, ainda é uma incógnita. “Muitas empresas apresentaram propostas, mas não abriremos nenhuma antes de contratar a auditoria que vai avaliar a legalidade dos projetos”, disse Sérgio Aquino.

Três grupos de auditoria foram selecionados pelo clube, uma delas será escolhida na sexta. “Não queríamos ficar só no achismo, a empresa é de nível internacional e estará presente no dia da abertura das propostas”, informou Sérgio Aquino. Com pouco mais de quatro hectares, o terreno corresponde a 13,3% da área dos Aflitos, bairro com 30 hectares (0,3 quilômetro quadrado).

Sérgio Aquino disse que a sede do clube continuará de pé, porque é considerada Imóvel Especial de Preservação (IEP) pela prefeitura. Serão negociados o estádio, duas quadras poliesportivas, piscinas, estacionamento e bar. Como os Aflitos estão inseridos na Área de Reestruturação Urbana (ARU) do Recife, Lei nº 16.719/2001, que cria restrições para a ocupação em 12 bairros, construções no local não podem ultrapassar 20 pavimentos.

Fonte: Do JC Online

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