7 das 10 maiores obras do PAC são investigadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato

Além de cinco obras da Petrobras, usina nuclear Angra 3 e hidrelétrica de Belo Monte também são citadas em denúncias

Divulgação: PAC

Entre as dez maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no País, sete estão sendo investigadas pela Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Lava Jato, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Os empreendimentos viraram alvo das investigações depois que a 16ª fase da operação se concentrou na obra da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro, que deve custar R$ 15 bilhões, R$ 8 bilhões a mais que o previsto inicialmente.

De acordo com as denúncias apresentadas pela Polícia Federal, há indícios de corrupção e pagamentos de propina em contratos que somam R$ 12,6 bilhões de parte das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e da Refinaria Getúlio Vargas, no Paraná. O Comperj, maior obra do PAC, é orçado em R$ 45 bilhões, valor duas vezes e meia maior que o previsto inicialmente; enquanto Abreu e Lima, que está atrasada cinco anos, deve custar R$ 26 bilhões.

Também foram mencionadas a Refinaria Premium 1, no Maranhão, que foi estimada em R$ 40 bilhões e teve os trabalhos paralisados na fase inicial de obras; e a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, orçada em R$ 30 bilhões.

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